Estes dados constam do boletim de execução orçamental hoje divulgado pela Direção-Geral do Orçamento (DGO). A redução de 5% equivale a cerca de 180 milhões de euros.
A poupança nos gastos com a Função Pública deverá contudo ser maior ainda, porque "as medidas de consolidação implícitas no Orçamento do Estado de 2012 terão impacto essencialmente em junho e novembro" - uma referência aos meses em que se pagariam os subsídios de férias e de Natal.
Além disso, o Governo nota que a redução terá sido maior ainda devido a um efeito de base, a "falta de reporte de despesa por parte de algumas entidades" em 2011.
Esta redução leva mesmo o Governo a admitir não recorrer a uma 'almofada' orçamental. O boletim refere "uma reserva na dotação orçamental para estas despesas, cuja necessidade de utilização poderá não se verificar".
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