Horas antes de um encontro com Angela Merkel, Monti disse, citado por aquele diário alemão na sua página eletrónica, que a imprensa deveria ter escrito depois da cimeira europeia da passada quinta-feira "Angela + Monti = um passo em frente para a política económica europeia".
De acordo com o "Frankfurter Allgemeine Zeitung", Monti rejeita a impressão de que havia diferenças profundas entre si e Merkel sobre a mutualização da dívida, ao explicar que Itália defendia o crescimento, mas "não à custa da disciplina orçamental", apoiada por Merkel.
O primeiro-ministro italiano salientou que em Bruxelas contribuiu através de "um método de negociação clássica" para se trabalhar no sentido do "crescimento e estabilidade financeira" na Europa.
Monti admitiu, citado pelo diário alemão, que o seu Governo considera "impossível reformar o país de cima para baixo num ano e quatro meses", mas manifestou a esperança de que consiga "tirar Itália da crise financeira e levar o país para um caminho de crescimento".
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