"Vinte pessoas morreram e outras 20 ficaram feridas" no atentado suicida", declarou o governador, Jamal al-Aqal, na página da Internet do ministério da Defesa iemenita, citando "informações preliminares".
Foi aberto um inquérito para conhecer o número exato das vítimas e a identidade do autor deste "atentado criminoso e cobarde", acrescentou o governador.
Um homem fez-se explodir durante uma cerimónia fúnebre organizada em Jaar, uma cidade da província de Abyane, em memória de um familiar de um líder dos comités populares, dos milicianos do exército, indicou uma testemunha citada pela agência France-Presse.
"O suicida pertence à rede al-Qaeda", que, expulsa de Jaar em junho, "está a tentar vingar-se dos comités populares, que ajudaram o exército na retomada desta cidade", disse um habitante que se encontrava no local do atentado.
O exército anunciou em meados de junho ter reassumido o controlo das cidades de Jaar e Zinijbar, capital da província de Abyane, que estiveram durante um ano nas mãos dos combatentes dos "Partidários da Charia", nome sob o qual opera a Al-Qaid no sul do Iémen.
A rede extremista aproveitou o enfraquecimento do poder central, devido à insurreição popular contra o ex-presidente Ali Abdallah Saleh em 2011, para reforçar o seu poder no leste e no sul do Iémen.
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