O último dos contactos a nível consular com o fundador do Wikileaks foi feito na terça-feira, dois dias antes de o Equador conceder asilo diplomático a Assange, disse em nota fonte oficial o ministro dos Negócios Estrangeiros australiano, Bob Carr.
Durante essa conversa, o australiano Assange, que desde 19 de junho se refugiou no interior da embaixada equatoriana, recusou a oferta de assistência consular embora tenha agradecido o gesto, de acordo com a televisão estatal canal ABC.
O fundador do WikiLeaks refugiou-se na embaixada do Equador, em Londres, para contornar a prisão domiciliária e evitar a extradição para a Suécia, que o reclama por dois crimes sexuais.
Desde que foi detido no Reino Unido em dezembro de 2010, a defesa de Assange tentou por todos os meios evitar a sua entrega à Suécia com receio de que seja extraditado para os Estados Unidos.
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