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Adesão da Ucrânia à NATO será decidida em referendo
Publicado hoje às 14:40
Poroshenko lembrou que o Governo "tem pela frente pelo menos seis anos de trabalho árduo" para cumprir os requisitos de adesão
Foto: Radovan Stoklasa/REUTERS
O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, prometeu, esta segunda-feira, que uma adesão da Ucrânia à NATO será decidida em referendo, a convocar depois de o país cumprir todos os requisitos exigidos pela Aliança Atlântica.

"A decisão sobre a entrada ou não na NATO é competência exclusiva do povo ucraniano", disse o presidente numa conferência de imprensa conjunta com a homóloga da Lituânia, Dalia Grybauskaite, depois de uma reunião em Kiev.

Poroshenko acrescentou contudo que o Governo "tem pela frente pelo menos seis anos de trabalho árduo" para cumprir os requisitos de adesão à União Europeia e à NATO.

O presidente disse ainda considerar válida a decisão tomada na Cimeira da NATO de Bucareste, realizada pouco depois da guerra entre a Rússia e a Geórgia pelo controlo da região separatista da Ossétia do Sul, em 2008, segundo a qual "a Ucrânia vai tornar-se, em algum momento, membro da Aliança".

A presidente lituana manifestou o seu apoio às aspirações da Ucrânia e, numa mensagem à Rússia, que se tem pronunciado repetidamente contra uma adesão da Ucrânia à NATO, afirmou: "Ninguém pode impedir a Ucrânia de pedir adesão à NATO. Ninguém vos poder ditar a direção que devem tomar, muito menos o vosso vizinho", disse Grybauskaite.

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