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Museu aberto na sinagoga conta história dos judeus
Publicado ontem às 20:43
Óscar Queirós
Na sala que pertenceu ao capitão Barros Basto há objetos de rituais hebreus
Foto: Pedro Granadeiro/Global Imagens
Sob fortes medidas de segurança, o Museu Judaico do Porto, na Rua de Guerra Junqueiro, foi inaugurado no domingo por Dale Jeffries, presidente da Comunidade Israelita do Porto.

A cerimónia juntou duas centenas de convidados, destacando-se, além do cônsul de Israel, Domingos Jerónimo, várias personalidades da política, da cultura e do ensino do Porto, bem como representantes de outras religiões, nomeadamente Abdul Mangá, líder da Comunidade Islâmica do Porto.

No discurso inaugural Dale Jeffries destacou a importância do museu que "conta séculos de história dos judeus da cidade, com respeito pelo judaísmo e pela verdade histórica, sem distorções e sem fantasias".

Três salas na sinagoga

O museu ocupa três salas da que é a maior sinagoga da Península Ibérica. A primeira, que serviu de escola aos jovens criptojudeus resgatados pelo capitão Barros Basto, é agora um espaço dedicado ao judaísmo, estando expostos múltiplos objetos de rituais hebreus. Para além das velhas mesas de tampo inclinado e do quadro a giz que se encontram no espaço, nas paredes estão pendurados antigos mapas com os quais o próprio Barros Basto deu a conhecer o mundo aos seus estudantes.

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