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Advogado diz que na Operação Fénix se confunde a árvore com a floresta
Publicado ontem às 22:39
O advogado de dois dos 13 arguidos que hoje ficaram em prisão preventiva, no âmbito da Operação Fénix, considera que não há no processo algo que possa provar os crimes de que Nuno Gonçalves e Daniel Silva são acusados.

Em declarações à agência Lusa, Carvalho Bessa, advogado de Nuno Gonçalves e Daniel Silva, afirmou que neste processo está a "confundir-se a árvore com a floresta".

"Os meus constituintes já tinham sido condenados há uns anos por estes crimes. Estão a confundir a árvore com a floresta", adiantou.

O advogado adiantou que "nada do que consta dos autos" faz prova dos crimes de que estão acusados Nuno Gonçalves e Daniel Cortês: extorsão e associação criminosa, entre outros.

Para Carvalho Bessa, os indícios que existem no processo são "muito brandos".

Sobre a medida aplicada - prisão preventiva - o advogado considera-a injusta.

"No limite máximo, a prisão com vigilância eletrónica", frisou.

Além destes dois arguidos, ficaram em prisão preventiva mais 11 pessoas. Um outro elemento detido na quinta-feira saiu em liberdade, mas impedido de usar arma e de contactar com pessoas da SPDE, a empresa de segurança do Estádio do Dragão, no Porto.

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